Spiga

Retrospectiva 2007

O Folclore da Bola faz um ano. Segue uma retrospectiva com alguns dos posts mais interessantes. Boa diversão e um Feliz 2008! Cada vez mais, 2010 é logo ali!

Mil frases do Futebol
O Rei do Gatilho
Papo de flanelinha
Doutor Sócrates
Torcida que paga pra ver
Coleção Grandes Pegadores vol.3 - Renato Gaucho
Aniversario
Frases em Audio
Serviço: espetinho do Ceará
Grandes Folclóricos - Higuita
2 Minutos de Fama
Grandes Folclóricos - Gilmar Serafim

Até eu faria

Nos tempos remotos o Fernando Vanucci largava esse bordão: "até eu faria!", para gols fáceis, narrados nos gols da rodada. Nos casos extremos ele citava sua mãe: "esse até minha mãe faria!". E esse gol abaixo, você faria?

Nicolas, mexe a cadeira

Esses tempos falei da história de uma contratação de peso no Avai FC. O atacante Vital era na verdade um baterista. Anos depois sinto algo de familiar. O clube acabou de contratar o uruguaio Nicolas. O fato é que todos sabem se tratar do cantor Vinny, aquele que mandava a Heloisa Mexer a Cadeira. Confiram!

Vinny até que batia uma bolinha no MTV rock gol

Coleção Grandes Pegadores e Bandeirinhas - Fascículo Especial

Aqui muito se falou no Denilson e na Ana Paula. E agora eles se encontraram, numa pelada, comandada por Robinho na Vila Belmiro. Denilson não deixou por menos e tirou a sua casquinha...




Globo Esporte

A grife da várzea

Vale conhecer a série especial veiculada no ClicRBS...


Amador, mas com estilo e pompa

Enquanto os grandes clubes do futebol mundial, como Liverpool, Ajax e Milan, pagam salários astronômicos aos seus jogadores, os xarás catarinenses tocam seus times com mensalidades dos atletas e patrocínio de pequenos empresários de bairro. Se o aumento do peso de Ronaldo é uma preocupação da mídia internacional, churrasco e cerveja são a regra nos homônimos de Santa Catarina.

Na várzea, embora ninguém ganhe em euros, quando alguém recebe alguma coisa, também há grife - mesmo que seja apenas no nome.

A série especial A grife da Várzea vai relatar, deste domingo até o próximo sábado, histórias como a do Liverpool, de Aririú Formiga, de Palhoça, e a do Ajax, do Saco dos Limões, em Florianópolis.

O Liverpool tenta se reerguer e voltar à Liga de sua cidade, enquanto o Ajax, que já foi vice-campeão brasileiro amador, em 1975, caiu para a segunda divisão na Capital. Na foto acima, os veteranos batem uma bolinha enquanto o time está em recesso.

Na edição de Natal, será a vez do Penharol, da Penha, em Paulo Lopes. Time que foi chamado de Nacional, acabou e voltou com o nome do rival uruguaio, o Peñarol.

Na quarta-feira, a série conta a história do Benfica, do bairro Jardim Marcos Antônio, em Biguaçu. Praticamente uma família, cada jogo, uma festa. Parou de disputar a liga da cidade, mas continua jogando aos domingos.

Vai mostrar, na quinta-feira, o oceano de diferença entre o Milan de Kaká, maior campeão mundial de clubes, e o da Agronômica, em Florianópolis, que só joga peladas, mas de forma altamente organizada. O time tem até informativo enviado por e-mail, o Bate-Bola.

São clubes ligados à comunidade onde vivem. Reúnem pais e filhos, irmãos e primos e amigos de bairro. As mulheres ficam responsáveis pela comida. Mas tem o Olympya, de Jaraguá do Sul, que defende o futebol feminino há seis anos.

Tem os que não foram inspirados nos seus homônimos, como o River, que é chamado assim porque é do Bairro Rio Vermelho, de Florianópolis. Mas os torcedores garantem: a raça do time é igual à do River Plate, da Argentina. E no sábado, junto com o time do Norte da Ilha, tem a história do Boca Juniors, de Lages.

Mais do que a diferença entre os clubes, a série vai mostrar a paixão pelo futebol. Além de troféus, esses times colecionam histórias.

ClicRBS

Travessuras do Imperador - evento n. 5891

Adriano vai para a balada e bebe em duas noites seguidas


Um dos fatores que desagradaram ao técnico Roberto Mancini e o forçaram a afastar o atacante brasileiro Adriano do elenco da Inter de Milão foram as constantes presenças do atleta em festas noturnas na Itália. E, depois de fechar com o São Paulo para defender o time brasileiro até o meio do ano que vem, o jogador foi visto por duas noites seguidas em casas noturnas do Rio, com cerveja na mão. Em uma delas, estava acompanhado por Ronaldo, em tratamento no Brasil.
A notícia não foi suficiente para preocupar a diretoria do São Paulo. “Nada o impede de ir à festa, ele é jovem e está em férias. O São Paulo tem confiança no comportamento de seus profissionais”, minimizou o vice-presidente de Futebol do Tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva.
Abalado desde a morte do pai, o Imperador voltou ao Brasil para se tratar psicologicamente e, a fim de recuperar a confiança dentro de campo, acertou com o São Paulo.
Em sua apresentação no Morumbi, Adriano assumiu a culpa pelo afastamento da equipe e reconheceu os erros cometidos. Horas depois, já estava em uma festa no Rio. O atacante pediu para não ser fotografado. Na noite de sábado, Adriano foi novamente flagrado curtindo a vida noturna.

Grandes folclóricos: Gilmar Serafim

Do Gilmar Serafim só conhecia essa história: ele e o Gilmar Mineiro foram a um programa de TV (daqueles bate bolas) falando sobre a rodada do campeonato catarinense. Quando faltou assunto, o apresentador Roberto Alves fez a seguinte pergunta ao Gilmar Serafim:
- Serafim, qual é o melhor jogador do futebol catarinense na sua opinião?
- O Gilmar Mineiro.
E pra você, Gilmar Mineiro?
- O Gilmar Serafim!
Ontem, batendo um papo com um amigo jogador de futebol, aprendi mais umas histórias dessa figura.
i) Batia até em coletivo. Esse meu amigo levou uma voadeira num treino, foi se queixar e ouviu algo assim:
_ Bato e vou bater de novo!
ii) Jogava com uma espécie de cinta com alfinetes. Quando marcava os atacantes, dava uma encoxada por trás com os braços levantados. Os alfinetes faziam a sua parte perfurando e derrubando aqueles que ousassem serem marcados pelo destemido.
iii) Uma vez enfrentou o ultra-veterano Nardela. Como não tinha categoria para marcá-lo na bola, encheu a mão com gelol. No primeiro combate, passou a mão cheia de cânfora nos olhos do Nardela e se afastou. Nardela desfalecia no chão com os olhos ardendo e Serafim ainda provocava o juiz dizendo ser cera. Pra completar, ainda largou éter do massagista sobre os olhos com gelol do cara caído pra arder mais um pouco.

Serafim acaba de ser convocado para a Seleção do Folclore da Bola.

Piada de futebol

Um grupo de anões decide jogar futebol. Alugam um campinho de várzea e vão pra lá contentes e eufóricos.
Lá chegando, percebem que não existe vestiário e então decidem vestir o uniforme no banheiro do boteco lá perto.
Todos entram e se dirigem para o fundo do bar, onde ficava o banheiro.
Chega um bêbado e pede uma birita.
Após alguns minutos, passam pelo bêbado os jogadores de azul.
O bêbado nao entende a cena mas continua bebendo.
Em seguida, passam os jogadores de vermelho.
O bêbado chega pro dono do bar e diz:
- Ô meu, fica esperto que o seu pebolim tá fugindo.

Grandes Momentos: Peçanhaaaa!

Toda a vez que vou a um churrasco com futebol tenho que reviver o momento Peçanha. O causo ocorreu no final dos anos 80:
Albeneir já era ex-centroavante do Figueirense e vivia perambulando pelas arquibancadas do estádio Scarpelli. No gol do Figueira estava o amigo Peçanha.
Junto ao alambrado Albeneir gritava:
_ Peçanhaaa! Peçanhaaa!
Peçanha provavelmente reconheceu a voz e olhou pra torcida.
Um gesto vale mais que mil palavras: Albeneir levantou o copo de cerveja demonstrando estar em vantagem.

E ontem, na festa de fim de ano dos amigos da empresa, cheguei atrasado e não quis jogar no campo em más condições. Fiquei só do lado de fora, com meu copinho na mão, gritando Peçanhaaa! para os goleiros que se revezavam...

Peçanhaaaa!

O Príncipe, o Rei e o Bobo da Corte

"Tristeza"


O Folclore lamenta pela imagem triste de hoje...

Ela vai voltar

Ana Paula pode ser bandeirinha no Gauchão
Auxiliar de arbitragem confirmou o interesse da Federação Gaúcha de Futebol nesta sexta

A auxiliar de arbitragem Ana Paula de Oliveira poderá atuar em alguns jogos do Campeonato Gaúcho. O interesse da Federação Gaúcha de Futebol foi confirmado por Ana Paula em entrevista à Rádio Gaúcha na noite desta sexta. – Existe a possibilidade. Mas eu continuo na Federação Paulista, e poderia fazer um jogo ou outro. Eu inicio no Paulistão, podendo não só fazer um jogo no Sul, como na Bahia. Eu fico muito feliz com este carinho que vocês têm - diz a bandeirinha.
Globo Esporte


Já dizia o Silvio Luiz: _ Olho no lan-cê!

Luxa ou animal?

Pena que não haja espaço hoje em dia para muitos folclóricos num mesmo time. Luxa tem richa com o animal. O certo mesmo era se acertarem e trazerem o Serginho Chulapa como auxiliar técnico e mais alguns reforços como Tulio, Romário e Vampeta. Depois é só manter o isopor cheinho e mais um baralho de truco...

Antes mesmo de acertar, Luxa já causa mal-estar com Animal

Mesmo antes de assinar o contrato com o Palmeiras, a saída de Luxemburgo do Santos, já está fazendo vítimas no Palestra Itália. A diretoria já afirmou, se Luxa vier, Edmundo estará fora dos planos para 2008.

O problema se deve a ação judicial que Edmundo move contra Luxemburgo, onde Luxa afirma ter quitado uma dívida com o Animal, mas ele garante que não recebeu nada e ainda pediu revisão do juros.
O contrato de Edmundo se encerra no dia 31 de dezembro de 2007. Mas se não for feito o acerto com o treinador, Edmundo deverá renovar com o Verdão.

Futebol Interior



Causos da Bola - Um ídolo que se perdeu na noite

Um ídolo que se perdeu na noite

Revista Placar

Miséria e solidão: estas duas palavras definem bem o fim de um dos melhores laterais esquerdo do futebol brasileiro. Desgraça e tragédia: este destino ameaça mais um desses homens que um dia dormiram ídolos e acordaram esquecidos. Esta é a história de um personagem de mil caras. Na bola, agressivo. No jogo de cartas, sua grande paixão, calculista, sempre a espera do blefe. No jogo da vida, um eterno vencedor, pelo menos nisso, ele acreditava, por isso apostou tudo de uma só vez. Estamos falando de Marco Antônio Feliciano, lateral esquerdo campeão do mundo em 1970 e que defendeu os grandes clubes do Rio de Janeiro. Ele carrega sobre os ombros sérias e severas acusações. Jamais dormiu antes das cinco da manhã, Rei do samba e das boates de strip-tease, fumante inveterado, bebedor de uísque e cuba libre, mau negociante, recordistas de atraso em treinos, dono da maior coleção de óculos escuro do Rio de Janeiro, seu disfarce oficial depois das noites passadas em claro. Enfim, um anti-atleta salvo pela técnica.

Fama não lhe faltava e ele aceitava como verdadeiras muitas das acusações. Era fácil demais notar naquele rosto de olheiras, naquelas mãos sempre com um cigarro fumegando, naqueles carros do ano, que algo não ia bem. Em campo, ajudado pelo biótipo, Marco Antônio dava conta do recado. Fora, dava conta de si mesmo. Seu roteiro era por demais conhecido: uma passadinha pelo Pavão Azul, velho boteco da Rua Hilário de Gouveia, em Copacabana. Depois uma romaria pelas boates de strip-tease do Leme. Mulheres jamais lhe faltaram, os amigos aumentavam dia a dia e a noite era curta para tantos embalos.

E como treinar ? Como chegar cedo e bem disposto no clube ? Aquela hora, os amigos dormiam. E com dinheiro no bolso, a conta era sempre de Marco Antônio. Mas havia outro amigo “pedra noventa”, desses que não falham: Cafuringa, ponta direita que na sua época desfilava pelas ruas do Rio de Mercedes e, quando largou o futebol, passou a andar de ônibus. Muitas vezes, o supervisor do Fluminense, pegava Marcos Antônio nas mesas do Carioca, uma casa de jogo. Ele era a própria imagem do vicio. O lateral foi ruim para ele mesmo. Levou uma vida desregrada e no fim de carreira, sem dinheiro, sem amigos e até, sem a própria vontade de viver. Marco Antônio foi um craque que acabou como muitos outros grandes craques: esquecido, pobre, angustiado e solitário. Dos jogos de cartas, dos negócios malfeitos, das farras nas boates, sobrou um homem só e falido.

Museu dos Esportes

Jacaré na Malásia

O atacante Jacaré, ídolo da torcida do Avai nos anos 90, chegou a virar celebridade. Guga o citou como ídolo, numa entrevista após a primeira glória de Roland Garros. Uma retribuição de um amigo: Jacaré era gandula de Guga nos primeiros treinos com as raquetes.
Acabou nunca deslanchando na carreira.
Mas o que queria contar mesmo era de uma passagem do jogador pelo futebol da Malasia. Não acostumou-se com a comida de lá e pediu pra voltar. Consultou o presidente Dionisio (outra figura folclórica) sobre qual a melhor forma de trazer os 20 mil dólares obtidos nas terras estrangeiras. A dica foi simples:
_ É fácil, coloca 10 mil em cada bolsinho do paletó!

Cheiro de picaretagem

Confira os boletos alterados do "sócio" do Guarani

Campinas, SP, 10 (AFI) – O atual presidente do Guarani, Leonel Martins de Oliveira, rebateu as acusações do candidato da oposição, Cid Ferreira, e promete acioná-lo judicialmente por calúnia e difamação. Antes disso, porém, o dirigente terá que se explicar no 10º Distrito Policial sobre a criação de sócios no clube. E o presidente e seus aliados parecem estar encrencados. O Futebol Interior teve acesso aos boletos bancários pagos pelo “novo” associado Henrique Smanio, pivô do embate jurídico, e concluiu: houve alteração.

Henrique Smanio é apenas um dos 106 sócios presentes na lista de eleitores do clube que foram inscritos de forma irregular, de acordo com Cid Ferreira. Os boletos, que foram anexados ao pedido de abertura de inquérito, mostram um fato, no mínimo, curioso. Embora o pagamento dos boletos - um no valor de R$ 300,00 e outro no de R$ 270,00 - fosse datado para o dia 04 de julho de 2006, teriam sido pagos exatamente um mês antes, como mostra a autenticação realizada no boleto. O dia 04 de junho, porém, foi um domingo, dia em que os bancos estão fechados, assim como as lojas do Guarani, que aceitam o pagamento.


Para ter condição de votar nas eleições bugrinas, o associado deve estar no clube a pelo menos um ano. Assim, a diferença de um mês não impediria Smanio de participar do pleito, embora comprove uma fraude. O “sócio”, contudo, não aparecia no quadro associativo do clube em outubro.

"No início de outubro estive com o Henrique, além dele ter falado horrores do Leonel Martins ele disse que não era sócio do clube fazia tempo", confirma um amigo íntimo de Smânio, de identidade preservada.

Futebol Interior

Nomes originais

Alguns jogadores deixam um legado para o futebol: o seu nome. Quando falamos em Zico, obviamente não se trata do goleiro do Colorado (um dos times paranaensens que deram origem ao Paraná Clube) dos anos 80. Alguém conhece mais de um Cláudio Adão senão aquele centroavante que deu aulas de futebol pra Luana Piovani (foto)?
Já o nome "Renato" deixa dúvidas. Pode-se estar falando do Renato Gaúcho, do Renato Pé Murcho ou um outro aí que andou fazendo gols no Flamengo. Segue uma série de nomes inequívocos:
Zico, Rivelino, Pelé, Tostão, Claudio Adão, Finazzi, Wladimir, Sócrates, Raí, Silas, Moradei, Cuca, Edmundo, Peu, Rivaldo, Josimar, Dunga...

Campeã

Se lhe disserem que o campeão brasileiro foi o Paraná não se assuste. Apesar de dentro de campo ficar em penúltimo, no concurso Musas do Brasileirão ficou com o caneco! Nicole Bahls salvou os paranistas. O Folclore da Bola já estava de olho...

Mais sobre o concurso no site do Globo Esporte

E há quem prefira fotos do Vampeta... (clique para ampliar)

Contratações de peso

Após o anúncio de Mano Menezes, que ganhará 380 paus mensais pra jogar a série B, lembrei de duas grandes bombas ocorridas nos anos 90 no futebol catarinense.
I
O Figueirense agitava nos bastidores a contratação do goleiro Wellington, do Picos/PI. Naquela época o fato de ter atuado no banco no jogo contra o Flu na Copa do Brasil somava ao currículo. A Diretoria do Avaí, achando-se esperta, contratou o "goleiro" antes do arqui-rival.
Nos treinos, nem vaga no banco conseguia, fraquíssimo.
Diz a lenda que o rapaz nem goleiro profissional era e tudo não passou de um golpe...
Wellington nunca vestiu a camisa do Avaí.
II
O Avaí contratou o atacante Vital. Uma habilidade que enganava nos primeiros minutos, mas depois confirmava-se sua total falta de jeito pro esporte.
Diz a lenda que Vital era na verdade um baterista de uma banda de música...

Voando com o Figueira

Retornei ontem de viagem e fiz uma conexão no Galeão. Lá embarcou toda a delegação do Figueirense. Como todos os boleiros, os jogadores sempre equipados com os celulares, laptops e MP4s de última geração. Quanto menores, melhor. Sempre zoando, dando tapas mais fortes entre si, falando das irmãzinhas e cunhadinhas dos outros.

Tiago Gentil só parava sentado quando havia turbulência. O ator Luigi Baricelli estava na mesma fila interrompeu sua leitura para ouvir os causos do massagista (o Ceará, se não me engano). Ao meu lado estava o jogador Carlinhos, aproveitei para tirar a minha palha:
_ E aí Carlinhos, como foi o jogo?
_ Ah, 1 x 1.
_ E deu pra classificar pra Sul-Americana?
_ Não, não.
Fingi lamentar.
Na verdade a galera era bem gente boa. Chicão já estava sugerindo meter um Jurerê Internacional à tarde. Por uns 3 milissegundos até lamentei terem perdido a Copa do Brasil, mas aí recobrei os sentidos.

Veteranérrimos

Sobre o jogador Capitão, sempre é bom lembrar: seu nome verdadeiro é Oliúde, homenagem dos pais ao cigarro Hollywood, o sucesso!

Com mais de 40 anos, ex-jogadores voltam às atividades

Vitória, ES, 01 (AFI) – A falta de bons jogadores poderá transformar o futebol brasileiro em competições de times seniores. Dois ex-jogadores com mais de 40 anos e que já tinham “pendurado as chuteiras”, anunciaram suas voltas aos gramados em 2008.

O primeiro foi Gil Baiano, ex-lateral do Bragantino e Palmeiras e que fez alguns jogos pela Seleção Brasileira. Gil Baiano, de 41 anos, disputará o Campeonato Capixaba pelo Jaguaré, de Jaguaré, no interior do Espírito Santo.

Gil Baiano tinha encerrado a carreira fazia quatro anos e vinha disputando certames amadores em Bragança Paulista. Com 41 anos completados no dia três de novembro, Gil Baiano foi revelado pelo Guarani e jogou no Bragantino, Palmeiras, Vitória-BA, Paraná Clube, Sporting de Portugal e outros times de menor expressão.

Capitão também volta em 2008
Outro ex-jogador que volta as atividades é Capitão, que marcou época jogando com a camisa cinco da Portuguesa, onde ficou dez anos e foi ídolo. Em 2008, Capitão disputará o Campeonato Paranaense pelo Cascavel, equipe que o revelou para o futebol em 1986.

Também com 41 anos completados no dia dezenove de setembro, Capitão jogou no Cascavel, Portuguesa, São Paulo, Grêmio-RS, Sport-PE, Botafogo de Ribeirão Preto, Portuguesa Santista, Guarani, CSA-AL, entre outros. Em 2004 chegou a fazer alguns jogos pelo Grêmio Mauaense, na terceira divisão de São Paulo.

O Cascavel é da cidade de Cascavel e atravessa uma crise financeira de grandes proporções.

Viola também
Embora ainda não tenha encerrado oficialmente sua carreira, outro veteraníssimo que poderá voltar à cena é o atacante Viola, que fará 39 anos no dia primeiro de janeiro. Viola disputou a segunda divisão de Minas Gerais pelo Uberlândia e tem proposta do SEV/Biônico para disputar o Campeonato Paulista da A-3.
O provável novo time de Viola é patrocinado pelo Laboratório EMS, que está famoso por fabricar remédios anticoncepcionais falsos. Ou seja, os salários de Viola serão pagos, indiretamente, com o dinheiro que o laboratório ganhou do lucro da venda das "pílulas falsas".

Futebol Interior